Palavras Publicadas
quinta-feira, 10 de maio de 2012
Devaneio do dia
"As pessoas afirmam que é difícil fazer isso ou aquilo. Resmungam e reclamam esperando a solução cair dos céus, sem olhar para dentro. Pois mergulhar no seu intimo é uma caminho árduo e nem todos vão gostar do que podem ver, se é que ainda existe algo para ser visto. O verso e a poesia se escondem na densa névoa dos obstáculos e dos pensamentos derrotistas. Mas afirmo que nesse processo, difícil de verdade é se perder de você mesmo, e não notar."
| Reações: |
sábado, 24 de março de 2012
Devaneios da manhã
Deixo com por escrito um pensamento que me ocorreu ao acordar:
" Na vida coisas ruins acontecem, mas você deve saber se levantar. Guarde no seu coração apenas os sentimentos bons, a doce ingenuidade e a força para fazer acontecer. E por fim digo que aprendeu a viver aquele que observou o bambu na ventania, que enverga porém não quebra."
Postado por
Erika Herdy
às
07:27
2
comentários
Marcadores:
bambu,
coração,
força,
ingenuidade,
manhã,
sentimentos,
vida
| Reações: |
sexta-feira, 3 de fevereiro de 2012
A constante do Silêncio
O povo vive uma inércia eterna.
A festa é para oferecer "balinhas" ao jovens.
O riso sem poesia é mais do que torto.
A mulher agora é fruta, sem doçura porém.
O bonde não é mais o meio de transporte.
A palavra é torpe e cheia de hipocrisia.
Ah José! Não adianta gritar.Nem gemer.
Muito mesmo correr.Da morte então calo o comentário
Se quiser protestar no século XXI...Nada de versos ou poesias.
Apenas 140 caracteres para a liberdade de expressão
E agora José? De que adianta a sua doce palavra.
A festa é para oferecer "balinhas" ao jovens.
O riso sem poesia é mais do que torto.
A mulher agora é fruta, sem doçura porém.
O bonde não é mais o meio de transporte.
A palavra é torpe e cheia de hipocrisia.
Ah José! Não adianta gritar.Nem gemer.
Muito mesmo correr.Da morte então calo o comentário
Se quiser protestar no século XXI...Nada de versos ou poesias.
Apenas 140 caracteres para a liberdade de expressão
E agora José? De que adianta a sua doce palavra.
Postado por
Erika Herdy
às
00:07
2
comentários
Marcadores:
Drummond; século XXI; democracia; silencio social,
José
| Reações: |
Assinar:
Postagens (Atom)

